Viajamos no reveillon e agora no final de fevereiro.
No ano novo fomos para Sydney e ficamos hospedados na casa de uma amiga. A Sandra já estava com 13 meses e tendo menos de 11kg pode dormir no bercinho do avião (Air New Zealand), o vôo foi bem tranquilo. Nossa amiga alugou um berço e tentamos organizar os passeios e horários das refeições o mais próximo possível da nossa rotina diária.
Apesar do fuso-horário quando chegamos em casa quase tudo voltou ao normal. Apenas o planejado desmame foi prejudicado. Eu já havia cortado as mamadas para apenas uma por dia no período da manhã e durante a viagem ela pedia para mamar de 3 a 4 vezes por dia.
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20120211
20090824
Viajando com o bebê
Viajar com um bebê é uma missão que exige bastante coragem, viajar com um
bebê sem acompanhante pode ser um verdadeiro desafio. Dizem que as crianças e os bebês se adaptam muito mais fácil a um novo fuso horário e a uma nova rotina do que nós adultos, mas acho que a mudança foi um fator considerável para arruinar os bons hábitos de sono de nossa pequena Sandra.
Sem ter ainda alcançado o objetivo de tê-la dormindo de novo a noite toda, inventamos de viajar neste fim de semana o que não ajudou muito a retomada da rotina, mas como o objetivo do blog é registrar minha experiência e tudo que tenho aprendido segue um post interessante sobre viagens de avião com bebês. Acho que outras mães de primeira viagem, que pretendem colocar seus pequenos na estrada, podem encontrar algumas dicas úteis aqui.
-As companhias aéreas possuem pequenos berços/moisés (bassinet) que são atachados na frente das poltronas da primeira fileira tanto da classe econômica quanto da primeira classe. O problema é que a maioria das empresas não divulgam e precisamos pedir, as vezes exigir, esse serviço que pode garantir que o bebe, a mãe e outros passageiros durmam durante a viagem. Não é necessário pagar extra por ele e o limite de peso e idade do bebê varia de empresa para empresa.
- Caso não seja possível reservar o bassinet, costumam dar preferência para bebês mais novos, marcar o assento da primeira fileira pode ser muito útil pois tem mais espaço e fica perto dos toilets. Com a Sandra já sentando, ter espaço para colocá-la sentada no chão na minha
-A cadeirinha do carro/ bebê conforto pode ser usado caso os pais optem por comprar um assento extra para o bebê, em geral é permitido tê-los no colo até dois anos. Neste caso se o bebê estiver dormindo no destino final é só pegar a cadeirinha com ele dentro sem precisar interromper o soninho do pequeno.
- Se não comprar um assento extra para o bebê, peça para utilizar um assento livre. Algumas companhias permitem, mas não oferecem. Não custa nada pedir pedir. Neste caso prefira o da segunda fileira pois os braços da primeira fileira da maioria dos aviões não levantam.
- Entretenimento - Levar alguns brinquedos pequenos é fundamental para não deixar o bebê irritado por estar confinado ou superestimulado com tanta coisa diferente. No entanto é melhor dar um por vez. Na primeira vez que viajamos dei todos de uma vez, ela logo se cansou deles e começou a chamar a atenção das pessoas a volta. Quando os outros passageiros cansaram de dar sorrisos ela já estava superagitada e como não tínhamos para onde correr o berreiro foi inevitável e com a sobrecarga ela não conseguiu dormir.
- Para os pequenos que já iniciaram as papinhas, bolachinhas também podem ajudar entreter. As de polvilho são minhas favoritas, demoram para acabar.
- Para maiorzinhos DVDs portáteis e Ipadpodem ser a salvação.
- Rotina - Em caso de viagens longas é melhor manter os horários de alimentação e sono o mais próximos possível do de costume garantindo dessa maneira não deixar o bebê com fome, sono ou lotado de comida.
- Suprimentos -Não esquecer das fraldas, se o bebê tiver que ficar sujo por falta de fralda, provavelmente, não vai querer dormir. Roupas extras também são importantes, o bebê pode vomitar, se molhar etc. Melhor vesti-lo em várias camadas (leves) pois nunca sabemos a temperatura do avião.
- O ar do avião é muito seco, o bebê pode ficar com sede, é bom ter uma mamadeira ou copinho de água à mão.
- Se o bebê toma fórmula/leite em pó, melhor já levar algumas mamadeiras já prontas ou quase prontas pois se depender da disponibilidade da comissária para prepará-la pode atrasar meia hora e consequentemente atrasar a soneca.
- Remédios - Há alguns remédios que induzem o sono, é possível pedir
para o médico, mas é uma boa idéia testar antes. Já pensou se dá efeito inverso e a ferinha fica acordado e superestimulado a viagem toda?
Um paracetamol à mão pode ser de grande ajuda.
- Carrinhos - Na maioria dos casos é possível levá-los até a porta da aeronave e pegá-los na saída. Os modelos pequenos e facilmente dobrável (guarda-chuva) muitas vezes podem ficar guardados no setor de passageiros o que facilita muito a vida em caso de conexão pois pode-se colocar o bebê adormecido e com ele ali passear pelo aeroporto enquanto espera o horário do próximo vôo.
- Acessórios - Cangurus e Slings ajudam bebês supercansados a dormir no translado aeroporto - aeronave e ainda permitem que se fique com as mãos livres, existem também, coleiras para prender as ferinhas e carriers (veja foto) uma espécie de mala para por o bebê dentro para dormir e transportar.
Quanto a chegada no destino a melhor coisa é manter o bebê dormindo da maneira habitual. Tenho algumas amigas que tem seu próprio berço portátil garantindo que seus bebês possam continuar adormecendo no berço. Em toda viagem o bebê dorme no mesmo bercinho já familiar.
Como não perder a rotina conquistada? NÃO SEI! Acho que foi assim que todos os meus problemas começaram. Depois da viagem tudo mudou. :)
Veja também:
Viajando com o bebê III
20090721
Culpa da Culpa
Após refletir sobre como uma bebê que dorme a noite toda de repente começa a acordar a noite toda cheguei a conclusão que a culpa é toda minha.
Erro 1. Falta de consistência -Seguia a filosofia de treinamento para dormir da Plunket (farei um post sobre tipos de treinamentos) e após ler o livro da encantadora de bebês resolvi mudar de método.
Erro 2. CULPA - Já estava começando a ficar ruim quando viajamos por um mês para o Brasil para ficar cada duas semanas na casa de uma avó. A Sandra estranhou muito o novo ambiente, sofreu com o fuso, o barulho etc. Resumindo, não dormia. Eu muito culpada por tê-la colocado nessa situação fazia tudo que queria tentando facilitar as coisas pra ela.
As histórias de nenês com vontades mais esquisitas começam assim. A mãe com culpa.
Uma amiga me contou que a única coisa que o bebê dela comia de madrugada era mingau de farinha láctea com o leite dela. Imagine-se de madruga tirando leite e fazendo mingau. Essa mesma amiga não queria esta gravidez e depois que o nenê nasceu ela se arrependeu de um dia ter pensado que não queria.
Agora que ela sarou da dor de ouvido quero começar a colocá-la na rotina de novo, mas ainda não sei como. Ainda estou sofrendo de culpa e não sei se consigo deixá-la chorando.
PS> Plunket: http://www.plunket.org.nz/your-child
Erro 1. Falta de consistência -Seguia a filosofia de treinamento para dormir da Plunket (farei um post sobre tipos de treinamentos) e após ler o livro da encantadora de bebês resolvi mudar de método.
Erro 2. CULPA - Já estava começando a ficar ruim quando viajamos por um mês para o Brasil para ficar cada duas semanas na casa de uma avó. A Sandra estranhou muito o novo ambiente, sofreu com o fuso, o barulho etc. Resumindo, não dormia. Eu muito culpada por tê-la colocado nessa situação fazia tudo que queria tentando facilitar as coisas pra ela.
As histórias de nenês com vontades mais esquisitas começam assim. A mãe com culpa.
Uma amiga me contou que a única coisa que o bebê dela comia de madrugada era mingau de farinha láctea com o leite dela. Imagine-se de madruga tirando leite e fazendo mingau. Essa mesma amiga não queria esta gravidez e depois que o nenê nasceu ela se arrependeu de um dia ter pensado que não queria.
Agora que ela sarou da dor de ouvido quero começar a colocá-la na rotina de novo, mas ainda não sei como. Ainda estou sofrendo de culpa e não sei se consigo deixá-la chorando.
PS> Plunket: http://www.plunket.org.nz/your-child
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